Como tornar o curso online mais interativo: o guia definitivoComo tornar o curso online mais interativo: o guia definitivoComo tornar o curso online mais interativo: o guia definitivoComo tornar o curso online mais interativo: o guia definitivoComo tornar o curso online mais interativo: o guia definitivoComo tornar o curso online mais interativo: o guia definitivoComo tornar o curso online mais interativo: o guia definitivoComo tornar o curso online mais interativo: o guia definitivo image/svg+xml image/svg+xml image/svg+xmlimage/svg+xmlimage/svg+xml

O que é e-learning interativo?

Antes de começarmos, é essencial ser absolutamente claro sobre o que significa “interação”. Uma interação é uma ação de dois sentidos onde os objetos têm efeito um sobre o outro, em vez de um efeito de sentido único.

No campo da aprendizagem, o termo “interação” é frequentemente utilizado em conexão com um conceito de aprendizagem ativa. A ideia é que os alunos aprendem melhor quando precisam participar do processo ativamente, em vez de simplesmente ler um texto ou assistir a um vídeo. Em outras palavras, é sempre melhor ter os alunos fazendo do que assistindo.

Os exemplos mais óbvios de treinamento interativo são quando há uma lista de perguntas e tarefas após cada parágrafo em um livro de exercícios ou mesmo quando um instrutor diz algo como: “Levante sua mão se…” O objetivo é o mesmo: fazer os alunos não apenas absorverem passivamente as informações, mas de alguma forma incentivá-los a agir: se comunicar, refletir, criar ou pôr em prática suas novas habilidades.

A diferença entre aprendizagem passiva e ativa

Se você assiste a um filme, você é um espectador passivo (comer pipoca não conta), mas se você joga um videogame, você participa ativamente dos eventos.

Quanto ao e-learning, as interações aqui não são muito diferentes, salvo para o fato de que o processo é frequentemente assíncrono, então o instrutor não pode ver a reação de cada aluno, fazer uma piada quando as pessoas ficarem entediadas, ou dar uma explicação adicional, caso surjam quaisquer perguntas.

Felizmente, à medida que a tecnologia se desenvolve, existem abordagens e ferramentas que ajudam você a interagir com os alunos, mesmo em de e-cursos de ritmo próprio. Vamos discutir isso também, mas primeiro vamos deixar claro porque as interações são tão importantes para os cursos online.

Por que se preocupar com interatividade?

Imagine que você está dirigindo por uma estrada por duas horas. Estrada familiar, paisagem plana, nada de especial para chamar a atenção. No entanto, a situação é bastante perigosa: a direção monótona diminui a concentração, o que pode ter consequências graves. Em filmes de terror, geralmente há um cervo.

A falta de atenção dos alunos não é tão fatal, no entanto, leva a um desperdício de recursos, erros recorrentes e falha geral de um programa de treinamento. Então, não caia na armadilha de acreditar que seus alunos levarão um assunto de aprendizagem tão a sério quanto você pensa, e serão capazes de ficarem focados do início ao fim.

A boa notícia é que, em termos de engajamento, as interacções bem organizadas funcionam igualmente bem, não importa em que tipo de treinamento você está trabalhando — online, offline ou híbrido.

Quando dizemos “bem organizado”, isso não significa que você tenha que preencher cada slide do seu curso com sinos e assobios, para que ele pareça interessante.

A interação não tem nada a ver com animações e o seu objetivo não é uma explosão visual. É envolvimento e retenção.

Nesse sentido, as interações servem mais como uma técnica de ritmo. 

Interações como técnica de ritmo

Uma paisagem plana, linear e imutável causa sonolência. O mesmo vale para o aprendizado.

Observe o fluxo

A teoria do fluxo foi originalmente inventada por Mihaly Csikszentmihalyi, o psicólogo húngaro-americano. O seu modelo de fluxo representa o estado emocional de uma pessoa enquanto realiza uma tarefa ou atividade. Quando estamos “no fluxo”, nossa concentração está no máximo, e estamos tão envolvidos em uma atividade que nada mais parece importar. Imagine os excelentes resultados que seus alunos poderiam alcançar se eles estudassem assim!

O que a interatividade tem a ver com o fluxo?

Para aumentar as chances de seus alunos irem com o fluxo, você precisa manter um equilíbrio sutil entre a complexidade do treinamento e as habilidades dos alunos. Se a tarefa é difícil demais para eles, eles se sentem frustrados; se é muito fácil, eles ficam entediados rapidamente e suas mentes vagueiam. No entanto, quando a tarefa os mantém no limite das suas habilidades, então a aprendizagem é verdadeiramente envolvente.

O modelo de fluxo

O modelo de fluxo

Normalmente, criar uma experiência de aprendizagem única para cada aluno é como “Missão: impossível”. No entanto, em cursos online, as interações bem organizadas funcionam exatamente para este propósito: manter os alunos envolvidos, o nível de concentração alto e a experiência geral positiva.

A curva de interesse

As outras interações de desafios podem ajudá-lo a lidar com os períodos de atenção humana mais curtos. No design de jogo, há o conceito de uma curva de interesse, que é uma representação gráfica do interesse de um jogador no processo de jogos. Jesse Schell, em seu livro The Art of Game Design: A Book of Lenses, explica a importância de planejar e controlar o ritmo da progressão.

Como usá-lo para aprendizagem

Embora Schell tenha usado a curva ao desenvolver jogos, o conceito de uma curva de interesse pode ser aplicado ao aprendizado.

Exemplo de curva de interesse

Um exemplo de Curva de Interesse do “The Art of Game Design”

Há quatro elementos de uma curva de interesse aos quais se deve prestar muita atenção ao criar uma experiência de aprendizagem interativa:

  • Interesse inicial (A): É melhor quando seus alunos estão inicialmente interessados no assunto de um curso, mesmo que o treinamento seja obrigatório. Você também pode executar campanhas internas de RP ou encorajar os gerentes ou líderes dos alunos a recomendar determinado conteúdo para suas equipes.  
  • O gancho (B): Ter algum interesse antes do curso começar é metade do trabalho. A tarefa mais difícil é mantê-lo. Nesse ponto, você precisa colocar algo muito interessante que dê aos alunos uma ideia do que esperar, e oferecer uma boa vantagem para ajudar a manter a atenção dos alunos sobre as partes menos interessantes. Por exemplo, pode ser uma imagem interativa de 360 ou todo um vídeo tour.
  • Vales (D, F): Dê um descanso aos alunos, e não coloque grandes momentos um ao lado do outro a menos que você queira desgastá-los.
  • Clímax (G): A interação mais legal que você pode proporcionar para deixar os alunos querendo mais.

Ao usar este modelo como um mapa para interações, você pode garantir que seus cursos online envolvam os alunos do início ao fim. Esta abordagem exige mais esforço de planejamento, mas o resultado é muito melhor (basta lembrar o último jogo de computador que fez você esquecer as horas).

As quatro maneiras mais acessíveis de tornar seu curso interativo com iSpring Suite

Agora que passamos pela teoria, vamos descobrir como transformar cursos comuns em algo mais interativo e divertido. Usaremos o kit de ferramentas de criação do iSpring Suite para mostrar como você pode incorporar diferentes tipos de interação nos módulos e-learning.

1. Cenários ramificados
Você se lembra da série de livros Escolha Sua Aventura, onde há diferentes reviravoltas e finais no enredo que dependem de suas escolhas? Você pode usar a ramificação para permitir que os alunos escolham o próprio caminho dentro de um curso e proporcionar uma experiência de aprendizagem individual para cada aluno.

A maneira mais óbvia de usar a ramificação é enviar os alunos que dão respostas erradas para explorar algumas informações adicionais sobre o tópico, e enviar aqueles que conseguem fazer bem para um conteúdo mais avançado. Assim, o grau de desafio variará dependendo do sucesso de um certo aluno. No entanto, não é necessário marcar algumas opções como erradas. Você pode criar opções para diferentes personalidades (por exemplo, extrovertidos e introvertidos) ou estilos de resolução de problemas.

Por exemplo, uma equipe de treinamento na NLMK, empresa de ferro e aço, criou um curso de cenário ramificado para explicar a novos funcionários sobre como descobrir se algo está errado com estações de tratamento de gás e unidades de purificação de água, e demonstrar as possíveis consequências de uma abordagem errada a um problema.

 

Os usuários têm uma escolha: seguir o caminho certo ou ignorar o problema. 

Toda decisão tem suas consequências.

 
 

Um bônus extra de aplicar cenários ramificados é que os alunos se sentem como exploradores, não apenas alunos que estão fazendo um cursinho.

2. Questionários

Embora os questionários e testes sejam tradicionalmente colocados em algum lugar no final de um curso, recomendamos usá-los não apenas como uma luta final contra o chefe — eles também são ótimos como checkpoints recorrentes. Por exemplo, você pode fazer pequenas perguntas de verdadeiro ou falso aparecerem de tempos em tempos para manter os alunos acordados.

A mecânica dos questionários evoluiu bastante além de apenas fornecer aos alunos uma mera lista de perguntas. Agora, você pode envolver os alunos com atividades de arrastar e soltar, como pedir a eles para ordenar objetos ou colocar algo em uma determinada área, como neste curso de demonstração para comerciantes:

Alguma ideia de onde colocar a manteiga?

3. Simulações de diálogo

A ótima coisa sobre simulações de diálogos é que elas são um ambiente seguro e realista para praticar habilidades de comunicação, aplicar conhecimento em um determinado contexto e obter feedback significativo não apenas como pontuação, mas como reação de uma pessoa virtual.

Com iSpring Suite, você pode criar uma simulação autônoma que também pode ser uma espécie de avaliação, uma vez que cada resposta correta é premiada com pontos ou incluir simulações em um curso como minigames, para que os alunos possam parar e aplicar seu conhecimento no local.

O caso mais evidente desta interação é a prática de negociações. No entanto, há inúmeras utilizações possíveis, e algumas delas são muito criativas. Por exemplo, você é um detetive que investiga o desaparecimento misterioso de uma senhora do hospital. A seguinte demonstração está em inglês. 

A parte mais difícil (e mais divertida) de criar simulações de diálogo é fazer os alunos acreditarem que este ambiente virtual não é apenas um playground com recortes de papelão, em vez de pessoas.

4. Gatilhos do PowerPoint & hyperlinks

Tente não rolar os olhos; esses recursos clássicos não se limitam a clicar em algum link para que uma nova linha de um texto apareça no slide. Às vezes você precisa criar uma janela pop-up, criar uma lista suspensa, ou ocultar um easter egg (uma mensagem secreta engraçada para os alunos mais vigilantes). Na verdade, animações acionadas podem ser impressionantes, então vamos mostrar, não falar:

No entanto, se você é novo no trabalho com gatilhos no PowerPoint, isso pode parecer um pouco complicado, e ajustes e testes consomem tempo. É por isso que o kit de ferramentas de criação iSpring Suite inclui 12 modelos interativos prontos que são úteis em uma enorme variedade de situações de treinamento. Eles certamente darão um visual profissional o seu curso e sua vida ficará muito mais fácil.

Por exemplo, a interação com abas ajuda você a apresentar conteúdo em uma forma bem estruturada sem tópicos intermináveis, e a interação gráfica rotulada é excelente para descrever do que um dispositivo complexo constitui.

Pensamentos finais

Acreditamos que a interatividade é mais do que meros efeitos chiques; é por isso que neste artigo, nós tentamos equipá-lo com as abordagens e também com as ferramentas. E aqui estão algumas sólidos motivos para usar interações no seu conteúdo de aprendizagem e maneiras práticas de criar elementos interativos.

Agora você está pronto para criar cursos de aprendizagem que envolvam os alunos do slide título ao slide final, e o kit de ferramentas do iSpring Suite está aqui para tornar isso o mais rápido e fácil possível.

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